
A ampliação dos Acordos de Reconhecimento Mútuo (MRA) tem redefinido a dinâmica de acesso a mercados regulados. Em 2026, a discussão já não se limita ao cumprimento de requisitos técnicos locais, mas à previsibilidade internacional das decisões de certificação.
A acreditação segundo a ISO/IEC 17065 estabelece critérios rigorosos para organismos de certificação de produtos, assegurando competência técnica, imparcialidade e consistência decisória. Em um cenário de exportação, isso significa que a avaliação realizada no Brasil passa a ter maior aceitação técnica em ambientes regulatórios estrangeiros, especialmente quando amparada por estruturas de reconhecimento internacional.
A consistência nas decisões – fundamentadas em critérios normativos claros e rastreáveis – reduz incertezas para fabricantes que operam em cadeias globais. Ensaios conduzidos no Brasil deixam de ser apenas etapa nacional e passam a integrar uma estratégia de acesso a mercado com maior previsibilidade jurídica e técnica.
Para empresas exportadoras, isso representa:
Redução de retrabalho técnico.
Maior alinhamento entre requisitos regulatórios
Otimização de cronogramas de entrada em novos mercados.
Em um ambiente regulatório cada vez mais integrado, a acreditação é um ativo estratégico de competitividade internacional.
#avaliaçãodaconformidade #certificação #mra #gestãoregulatória #ocpteli