Quando a homologação é tratada como uma burocracia a resolver “se der problema”, o custo real dela não desaparece

Quando a homologação é tratada como uma burocracia a resolver “se der problema”, o custo real dela não desaparece, ele só aparece depois, maior e menos visível do que seria se tivesse sido planejado desde o início.

A parte visível é conhecida: produto retido na alfândega, com custo de armazenagem correndo por dia, risco de deterioração, especialmente em eletrônicos sensíveis à umidade em depósito alfandegado e, em casos extremos, devolução ao exterior ou destruição da carga, com prejuízo integral. As multas por produto sem homologação podem variar de R$ 100 a R$ 3 milhões, a depender da gravidade, e a fiscalização pode chegar a apreender todo o estoque, em trânsito ou já distribuído.

A parte invisível é onde o custo real costuma pesar mais. É a janela de venda perdida porque o produto não chegou a tempo do lançamento ou da data sazonal. É o anúncio removido de marketplaces como Mercado Livre, Amazon, Shopee e Magalu, que banem listagens sem número de homologação válido. É a penalidade contratual com o varejista por atraso de entrega. E é o time interno realocado às pressas para apagar um incêndio, em vez de tocar o negócio.

Compliance reativo não é mais barato, ele só desloca o custo para um lugar onde é mais difícil de prever e de enxergar antes de acontecer. Homologação planejada dentro do calendário de compras é uma linha de custo previsível. Compliance reativo é uma crise não planejada, com custo variável e, na maioria das vezes, mais alto.

👉 A OCP-TELI ajuda empresas a colocar a homologação no calendário de compras, antes que ela vire parte do plano de crise.

#anatel #homologação #compliance #cadeiadesuprimentos #importação #gestãoderisco #ocpteli

COMPARTILHAR